A venda encaminhada de Facundo Torres para a MLS mudou o cenário do Palmeiras no mercado da bola e deu novo impulso às conversas por Jhon Arias. A avaliação é de pessoas influentes nos bastidores do clube, segundo apuração do jornalista Bruno Andrade.
Com a saída do atacante uruguaio, o Verdão ganha fôlego financeiro, espaço no elenco e margem estratégica para avançar em negociações mais ambiciosas.

Facundo Torres abre espaço técnico e financeiro
A negociação de Facundo deve render ao Palmeiras quase US$ 10 milhões, valor considerado importante para o planejamento da diretoria. Além do impacto no caixa, a saída resolve uma questão esportiva, já que Facundo e Arias atuam em faixas semelhantes do ataque.
A estratégia foi clara: resolver primeiro a venda antes de acelerar qualquer investida mais agressiva no mercado.
Palmeiras deve “colocar mais lenha” por Jhon Arias
Com a negociação de Facundo bem encaminhada, o Palmeiras passa a ter mais argumentos para avançar por Jhon Arias. Ainda assim, o clube mantém cautela na forma de conduzir o negócio.
O receio é apresentar uma primeira proposta facilmente coberta pelo Fluminense, que detém cláusulas e prioridade em determinados cenários.
Estratégia envolve timing e engenharia financeira
Internamente, o Palmeiras entende que o momento da oferta oficial é decisivo. A diretoria trabalha com engenharia financeira e leitura de mercado para evitar leilão e não inflacionar o negócio logo de início. A ideia é avançar sem expor a negociação.
Bastidores revelam matemática do Palmeiras e fator decisivo na escolha de Arias
Ataque passa por reformulação planejada
Além de Facundo Torres, o Palmeiras negocia a saída de Luighi, que possui propostas na mesa. O clube vê essas movimentações como parte de um plano maior para ajustar o elenco e viabilizar a chegada de um reforço de peso para 2026.
Nomes como Jhon Arias e Thiago Almada seguem no radar, ainda que as tratativas sejam tratadas como complexas.
Verdão segue ativo e cauteloso
A postura do Palmeiras é clara: movimentar o elenco sem perder competitividade. A diretoria entende que o equilíbrio entre vendas, reposições e força esportiva é essencial para manter o time forte na temporada.