A Sociedade Esportiva Palmeiras enfrenta um impasse nos bastidores. A presidente Leila Pereira não aceita negociar Allan neste momento, mesmo com propostas que podem chegar a 40 milhões de euros.
O atacante é alvo de clubes da Premier League, como Liverpool e Newcastle United. Ambos sinalizaram interesse em avançar na negociação.
O valor agrada ao Palmeiras. Internamente, a quantia é vista como compatível com o mercado europeu atual.
Porém, o entrave não está no preço. O principal problema é o modelo de pagamento apresentado pelos clubes interessados.

Forma de pagamento trava negociação nos bastidores
Nos parágrafos anteriores, a matéria apresentou o cenário geral. Agora, o foco está no ponto central do impasse.
Os clubes ingleses propõem pagamento parcelado. A ideia envolve entrada de cerca de 20 milhões de euros.
O restante seria quitado ao longo de até três anos. O modelo ainda inclui metas por desempenho do jogador.
Esse formato é comum no mercado europeu. Ele permite equilíbrio financeiro e redução de riscos.
Antes de qualquer avanço, o Palmeiras deixou clara sua posição. O clube quer receber em prazo mais curto.
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Decisão de Leila e pressão externa aumentam tensão
Antes de qualquer definição, o ambiente interno segue dividido. A diretoria e o estafe do jogador têm visões diferentes.
A presidente Leila Pereira entende que não é o momento ideal para negociar. O clube está em fase decisiva da temporada.
A avaliação interna é de que a saída agora poderia impactar o desempenho esportivo. O elenco perderia uma peça importante.
Por outro lado, a agência que representa o atleta pressiona por um acordo imediato. O entendimento é de que o cenário atual é favorável para venda.
Assim, o Palmeiras recusa o modelo de pagamento apresentado por clubes ingleses e mantém Allan no elenco, mesmo diante de propostas milionárias.