O Sociedade Esportiva Palmeiras já definiu uma estratégia para alcançar a meta de aproximadamente R$ 399 milhões em vendas de jogadores sem desmontar o elenco principal comandado por Abel Ferreira.
A avaliação interna é de que o clube possui um grupo competitivo e não pretende negociar seus principais protagonistas durante a próxima janela de transferências, salvo em situações consideradas excepcionais.
Para cumprir o planejamento financeiro, a diretoria aposta na valorização de atletas formados na Academia de Futebol e de jogadores que possuem menor espaço no elenco profissional.
A boa reputação do Palmeiras no mercado internacional também é vista como um diferencial para facilitar futuras negociações.
Nos bastidores, o clube acredita que poderá atingir a meta sem comprometer a força da equipe.
Base ganha papel importante no planejamento
Entre os nomes que podem gerar receita estão o atacante Luighi e o zagueiro Kaiky Naves, ambos revelados nas categorias de base e bem avaliados pelo mercado.
Além deles, duas das maiores promessas da Academia seguem altamente valorizadas: o atacante Eduardo Conceição, de 16 anos, e o lateral Heittor, de 18 anos.
Outro atleta tratado como negociável é o meia Rômulo, que está emprestado ao Novorizontino.

Palmeiras quer cumprir meta sem negociar protagonistas
A principal informação é que o Palmeiras traçou uma estratégia para atingir a meta de R$ 399 milhões em vendas sem abrir mão dos principais nomes do elenco. A diretoria aposta em negociações envolvendo jogadores menos utilizados e atletas revelados na base, como Luighi, Naves, Eduardo Conceição, Heittor e Rômulo, preservando a espinha dorsal da equipe para a sequência da temporada.
A tendência é que as movimentações sejam intensificadas após a Copa do Mundo.