A Sociedade Esportiva Palmeiras avaliou o mercado após a saída de Allan e chegou a considerar Luiz Henrique, do Zenit, como uma possível alternativa para o setor ofensivo.
O atacante brasileiro apareceu entre os nomes observados pelo clube diante da possibilidade de uma reposição para Allan.
Naquele momento, porém, a diretoria alviverde considerou inviável investir uma quantia próxima ao valor recebido pela venda do jovem.
A avaliação interna era de que não faria sentido vender Allan por uma cifra elevada e utilizar praticamente o mesmo valor para contratar outro jogador.
Com isso, Luiz Henrique acabou descartado como reposição imediata, enquanto o Palmeiras passou a analisar alternativas mais acessíveis.

Palmeiras analisou Luiz Henrique após saída de Allan
A possibilidade de contratar Luiz Henrique ganhou força nos bastidores depois que o Palmeiras avançou na venda de Allan para o Manchester City.
A saída do jogador abriu uma necessidade no planejamento de Abel Ferreira, principalmente pelas características que Allan oferecia ao sistema ofensivo.
O jovem era utilizado pelo treinador com frequência e tinha participação importante tanto na construção das jogadas quanto na recomposição.
Por isso, a diretoria precisou avaliar nomes disponíveis no mercado.
Luiz Henrique apareceu nesse levantamento por sua experiência no futebol brasileiro e pelas características para atuar pelos lados do campo.
A possibilidade, entretanto, não avançou.
Luiz Henrique foi considerado caro pelo Palmeiras
O principal problema encontrado pelo Palmeiras foi justamente o valor necessário para contratar Luiz Henrique.
O atacante foi comprado pelo Zenit por 33 milhões de euros, e o clube russo chegou a pedir cerca de 35 milhões de euros para negociá-lo. (r7.com)
O cenário não agradou à diretoria alviverde.
Internamente, o Palmeiras entendia que seria difícil justificar uma operação desse tamanho apenas para substituir um jogador que havia acabado de ser vendido.
A própria direção questionou a lógica financeira de vender Allan por cerca de 40 milhões de euros e utilizar valor semelhante na contratação de outro atleta.
Além disso, o Palmeiras fechou o primeiro semestre com déficit de R$ 124 milhões, o que aumentava a necessidade de cautela nas movimentações.
Palmeiras buscou alternativas mais baratas
Com Luiz Henrique fora dos planos para uma reposição imediata, o Palmeiras passou a observar outras opções.
A orientação foi encontrar um jogador que pudesse contribuir tecnicamente sem exigir um investimento próximo ao valor da venda de Allan.
Essa estratégia também está relacionada ao planejamento financeiro do clube.
O Palmeiras alcançou uma receita expressiva com negociações de jogadores durante 2026, mas possui compromissos importantes com contratações realizadas anteriormente.
Por isso, a diretoria não pretende transformar automaticamente uma grande venda em uma grande compra.
A prioridade passou a ser equilibrar necessidade esportiva e responsabilidade financeira.
Luiz Henrique continua no radar do mercado brasileiro
Apesar do descarte pelo Palmeiras naquele momento, Luiz Henrique continuou sendo um nome muito procurado por clubes brasileiros.
O atacante demonstrou interesse em deixar o Zenit e chegou a ser envolvido em negociações com outras equipes.
O Clube de Regatas do Flamengo, por exemplo, avançou em tratativas pelo jogador, enquanto o Zenit manteve uma pedida considerada elevada.
Mais recentemente, o nome do atacante também apareceu em movimentações envolvendo o Botafogo e o meio-campista Danilo.
O cenário mostra que Luiz Henrique segue valorizado no mercado brasileiro, mas seu alto custo continua sendo um dos principais obstáculos para uma transferência.
O Palmeiras, por sua vez, adotou uma postura diferente e optou por não concentrar recursos em uma única contratação.
Palmeiras define estratégia após venda de Allan
A principal informação é que o Palmeiras chegou a avaliar Luiz Henrique como possível substituto de Allan, mas descartou a contratação diante do alto investimento exigido pelo Zenit.
O atacante chegou a ser considerado depois da saída de Allan para o Manchester City.
No entanto, a diretoria alviverde não enxergou lógica em comprometer praticamente toda a receita da venda para contratar outro jogador pelo mesmo patamar financeiro.
A estratégia passou a ser buscar alternativas mais econômicas para manter a competitividade do elenco de Abel Ferreira.
O cenário também explica por que outros nomes começaram a aparecer no radar do clube, como Helinho, do Toluca, que passou a ser analisado como uma alternativa de menor custo.
Assim, Luiz Henrique não avançou como reposição imediata para Allan. O Palmeiras preferiu preservar o equilíbrio financeiro e procurar uma solução mais acessível para o elenco.