Sociedade Esportiva Palmeiras acompanha mais uma oportunidade internacional no mercado. O meia Thiago Almada está sendo oferecido por seu estafe a clubes de segunda prateleira da Europa, enquanto o Verdão observa a situação e pode tentar uma investida antes da Copa do Mundo.
Nos bastidores, a estratégia do staff é manter o jogador em uma liga competitiva. Campeonatos como Espanha, Inglaterra e Itália aparecem como destinos desejados.
Entre os clubes especulados, o Sevilla surge como possibilidade relevante para receber o atleta.
Enquanto isso, o Palmeiras monitora o caso com atenção e entende que movimentos rápidos podem ser necessários caso queira entrar de vez na disputa.

Palmeiras deveria fazer esforço?
Antes de responder, é importante olhar o perfil do jogador. Almada reúne criatividade, drible curto, mobilidade e capacidade de decidir jogos no último terço do campo.
Ele encaixaria em qualquer elenco sul-americano de ponta. No Palmeiras, aumentaria repertório técnico e poderia atuar em diferentes funções ofensivas.
Por outro lado, trata-se de operação cara. Salários, taxa de transferência e concorrência europeia tornam o negócio complexo.
O clube precisaria avaliar se vale concentrar recursos em um nome de impacto ou distribuir investimento em mais de um reforço.
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Vale tentar ou buscar outro nome?
Diante desse cenário, sim, o Palmeiras deveria tentar se houver viabilidade financeira, porque Almada elevaria o nível técnico do elenco imediatamente.
Se os valores fugirem da realidade, o caminho ideal seria buscar alternativas mais acessíveis e manter equilíbrio no planejamento.