A Sociedade Esportiva Palmeiras já trabalha com cenários alternativos diante da possibilidade de negociar Allan e Flaco López. Internamente, a diretoria admite que as cifras envolvidas podem ultrapassar 100 milhões de euros somadas, o que transformaria a próxima janela em uma das mais relevantes da história recente do clube.
O planejamento prevê reposições imediatas e com atletas prontos para assumir protagonismo. A avaliação interna é de que não basta apenas recompor elenco. O objetivo é manter o nível competitivo exigido por Abel Ferreira.
A cúpula alviverde entende que eventuais saídas só serão autorizadas dentro de condições consideradas ideais. Caso isso ocorra, o investimento em contratações será proporcional ao impacto financeiro das vendas.
Palmeiras define alvo e insiste por volante

Luiz Henrique e Nino entram no radar
Antes de definir nomes oficialmente, o departamento de futebol alinhou com a comissão técnica o perfil buscado. A prioridade é trazer jogadores com experiência internacional e capacidade de adaptação rápida.
Um dos atletas bem avaliados é Luiz Henrique, atualmente no Zenit. O clube russo pede cerca de 35 milhões de euros. O valor, neste momento, é considerado acima do que o Palmeiras entende como viável, mas o jogador segue monitorado.
Outro nome que ganha força é o zagueiro Nino. Existe sinalização positiva para negociação no meio do ano, o que pode facilitar avanço caso o Palmeiras formalize proposta após eventuais vendas.
A Sociedade Esportiva Palmeiras mantém postura de responsabilidade financeira. No entanto, o discurso interno é claro: se confirmar vendas históricas, o clube vai ao mercado para repor com qualidade e manter o padrão competitivo. A próxima janela promete movimentar intensamente os bastidores alviverdes.