Palmeiras vai tentar novamente a contratação de Luiz Henrique na janela de transferências de julho, retomando uma negociação que já havia avançado meses atrás. Antes de fechar com Jhon Arias, o clube paulista apresentou proposta de 29 milhões de euros pelo atacante. O Zenit recusou e fixou pedida de 40 milhões de euros para liberar o jogador. Agora, o Verdão reavalia o cenário para uma nova investida.
Na primeira tentativa, a diretoria alviverde tratou o negócio como prioridade absoluta. O entendimento interno era de que Luiz Henrique seria reforço estratégico para elevar o nível ofensivo. O valor apresentado colocava a operação entre as maiores da história do clube. Mesmo assim, os russos mantiveram posição firme e não abriram margem para negociação.
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Com a negativa, o Palmeiras redirecionou esforços e fechou a contratação de Jhon Arias. O investimento elevado mostrou que o clube estava disposto a agir com agressividade no mercado. Ainda assim, o nome de Luiz Henrique nunca saiu completamente do radar do departamento de futebol.

Palmeiras reavalia cenário financeiro para julho
Nos parágrafos anteriores, a matéria apresentou a primeira investida do Palmeiras e a recusa do Zenit. Agora, o foco está na estratégia para a próxima janela e no que pode mudar até julho.
A diretoria entende que o cenário pode ser diferente no meio do ano. A proximidade do fim da temporada europeia pode alterar a postura do clube russo. Caso o Zenit reduza a pedida ou aceite flexibilizar condições, o Verdão pode formalizar nova proposta.
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Internamente, há avaliação de que o valor de 40 milhões de euros foi considerado elevado no momento anterior. O Palmeiras não descarta nova oferta robusta, mas dentro de parâmetros financeiros sustentáveis. A gestão busca equilíbrio entre investimento alto e responsabilidade orçamentária.
O projeto esportivo também é visto como trunfo. O clube mantém protagonismo em competições nacionais e continentais. A possibilidade de disputar títulos pesa como argumento forte para convencer o atacante em eventual retorno ao Brasil.
A decisão final dependerá da postura do Zenit nas próximas semanas. O Palmeiras monitora o mercado com cautela. Se houver abertura para negociação, a diretoria deve agir rapidamente para não perder novamente o alvo considerado estratégico.