O Palmeiras apresentou uma proposta de 29,2 milhões de euros, cerca de R$ 180 milhões, pelo atacante Luiz Henrique, do Zenit. A investida ocorreu antes de o clube paulista avançar na contratação de Jhon Arias.
A diretoria alviverde via o ponta como nome prioritário para reforçar o setor ofensivo. O valor apresentado colocava a negociação entre as maiores da história recente do clube. Internamente, o entendimento era de que a proposta estava dentro dos padrões do mercado.
O Zenit, porém, recusou a oferta de imediato. O clube russo deixou claro que só aceitaria abrir tratativas a partir de 40 milhões de euros, aproximadamente R$ 247 milhões. A diferença de valores inviabilizou o avanço das conversas.
Diante do impasse, o Palmeiras optou por redirecionar seus esforços para outras alternativas. Foi nesse cenário que o nome de Jhon Arias ganhou força nos bastidores. O colombiano passou a ser tratado como solução viável e estratégica.
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Diferença de avaliação travou negócio
A pedida elevada do Zenit refletiu a valorização de Luiz Henrique no mercado europeu. O atacante é considerado peça importante no elenco russo e tem contrato longo. Isso fortaleceu a posição do clube nas negociações.
Do lado palmeirense, havia cautela para não ultrapassar limites financeiros estabelecidos no planejamento. A diretoria entende a necessidade de investir, mas mantém controle rígido sobre cifras. O equilíbrio orçamentário segue como prioridade.
A informação foi publicada pela Gazeta Esportiva, em apuração do jornalista Alejandro Silvestre. O episódio revela a disposição do Verdão em buscar reforços de impacto.
Com a negativa do Zenit, o Palmeiras reorganizou sua estratégia e avançou em outras frentes. O clube segue atento ao mercado internacional, mas sem abrir mão de critérios financeiros definidos para a temporada.