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Palmeiras já define nome de Leila para a sucessão presidencial em 2027

Novo nome ganha força dentro do grupo de situação do Palmeiras, enquanto a sucessão de Leila começa a definir seus primeiros caminhos para 2027.

25/09/2026 - 19:49
Felipe Lemos
Palmeiras já define nome de Leila para a sucessão presidencial em 2027

A sucessão presidencial do Palmeiras já movimenta os bastidores do clube, mesmo com a eleição prevista apenas para o fim de 2027.

O atual 2º vice-presidente, Paulo Buosi, ganhou espaço dentro do grupo ligado à presidente Leila Pereira.

O dirigente acumula experiência na estrutura administrativa alviverde e participa da direção desde a gestão de Maurício Galiotte.

A possível candidatura também envolve discussões sobre futebol, categorias de base e contratos comerciais.

Nos bastidores, o grupo de situação já trabalha na preparação para o próximo ciclo presidencial.

Palmeiras começa a discutir sucessão de Leila

Leila Pereira não poderá disputar um terceiro mandato consecutivo e deixará a presidência ao final de 2027.

A eleição deverá definir o comando do clube para o período seguinte.

Segundo o Nosso Palestra, Leila tratou de Paulo Buosi como seu nome para a sucessão durante o jantar de aniversário do Palmeiras.

A avaliação considera principalmente a experiência acumulada pelo atual 2º vice-presidente.

Buosi já fazia parte da estrutura de comando durante a administração de Maurício Galiotte.

Desde então, continuou ocupando funções na direção e ganhou participação em assuntos estratégicos.

A articulação, entretanto, ainda não representa uma candidatura oficialmente definida.

Buosi ganha espaço na estrutura do Palmeiras

A presença de Buosi em compromissos institucionais aumentou ao longo de 2026.

Em julho, o dirigente participou de uma atividade na Academia de Futebol 2 ao lado de Abel Ferreira e João Paulo Sampaio.

O encontro envolveu ações relacionadas às categorias de base e à formação dos jovens atletas.

Buosi também passou a representar a direção em compromissos ligados às competições internacionais.

Esse movimento amplia sua exposição dentro da estrutura administrativa do clube.

A eventual candidatura, portanto, seria construída sobre uma trajetória já iniciada em gestões anteriores.

Abel Ferreira será um dos principais desafios

O futuro de Abel Ferreira aparece como um dos assuntos centrais para uma eventual gestão de Buosi.

O treinador português possui contrato com o Palmeiras até dezembro de 2027.

O vínculo foi renovado no fim de 2025 e, segundo a apuração do Nosso Palestra, não possui multa rescisória para nenhum dos lados.

Buosi e Abel mantêm uma relação considerada positiva nos bastidores.

A tendência é que os dois tenham conversas ao longo de 2027 sobre os próximos passos da comissão técnica.

Caso Abel decida deixar o clube, a nova administração precisará procurar um substituto.

Mais do que escolher outro treinador, o Palmeiras teria de definir o modelo de trabalho para o período pós-Abel.

João Paulo Sampaio também está nos planos

Outro nome considerado importante no planejamento é João Paulo Sampaio, coordenador-geral das categorias de base.

Buosi mantém uma relação próxima com o dirigente responsável pelo trabalho de formação do Palmeiras.

Segundo a apuração do Nosso Palestra, existe um entendimento para que Sampaio permaneça no clube caso Buosi seja eleito.

A continuidade seria importante para preservar processos desenvolvidos nas categorias inferiores.

O trabalho de integração entre a base e o futebol profissional também está entre os pilares da atual estrutura.

O próprio Palmeiras já destacou a presença conjunta de Buosi e Sampaio em projetos relacionados à formação.

Contratos comerciais entram no planejamento

Uma eventual gestão Buosi também terá de acompanhar contratos comerciais importantes do Palmeiras.

Entre os acordos citados pelo Nosso Palestra estão parcerias que avançam para o início do próximo ciclo presidencial.

O contrato com a Leapmotor tem validade até março de 2028.

A parceria com a MotoChefe Brasil também está prevista até março de 2028.

Já o acordo com a Embracon foi firmado em 2026 e tem validade até julho de 2028.

A Puma, fornecedora de material esportivo, possui contrato para as temporadas de 2025 a 2028.

Esses vínculos deverão entrar no planejamento comercial da administração que assumir o clube após a eleição.

Grupo de apoio começa a discutir possível gestão

A movimentação política também avançou com a formação de um núcleo de apoio.

Segundo o Nosso Palestra, Paulo Buosi e conselheiros do Palmeiras montaram um grupo com empresários ligados ao clube.

A ideia é discutir possíveis primeiros passos de uma eventual administração.

O grupo também trabalha na antecipação de desafios e na elaboração de estratégias para áreas consideradas importantes.

A preparação acontece antes da eleição e não representa, por si só, uma confirmação da candidatura.

O movimento, porém, mostra que o grupo de situação já discute o próximo ciclo presidencial.

Palmeiras encaminha cenário para 2027

A sucessão ainda está distante da definição eleitoral, mas o cenário começa a ganhar contornos mais claros.

Leila Pereira já indicou sua preferência dentro do grupo de situação.

Paulo Buosi é atualmente o principal nome da situação para suceder Leila Pereira na presidência do Palmeiras em 2027, segundo apuração do Nosso Palestra.

A eventual candidatura ainda precisará passar pelo processo político e eleitoral do clube.

Enquanto isso, Buosi trabalha na construção de um projeto que pode buscar continuidade em áreas como futebol, base e administração.

O futuro de Abel Ferreira e a permanência de João Paulo Sampaio aparecem entre os temas que poderão definir os primeiros passos de uma eventual gestão.

Sobre o autor

Felipe Lemos

Jornalista formado na Ulbra, 35 anos, com passagens pelo Torcedorescom, 90 min e com experiência no mercado da bola.

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