O Fluminense Football Club ainda mantém interesse na contratação do zagueiro Nino, ex-defensor tricolor atualmente no Zenit Saint Petersburg, mas segue com expectativas distantes para conseguir a liberação imediata do jogador. Segundo apuração feita pelo ge, a diretoria do clube carioca voltou a fazer contato com a equipe russa nos últimos dias, apenas para ouvir que o zagueiro não será liberado antes do fim do Campeonato Russo — previsto para maio.
O quadro complica ainda mais pela forte concorrência de clubes brasileiros, com destaque para o Sociedade Esportiva Palmeiras, que monitora Nino como prioridade para reforçar a zaga no meio do ano e já apresentou movimentações no mercado com esse objetivo.
Internamente, no Fluminense, há entendimento de que a negociação pelo jogador é improvável de caminhar neste momento, justamente porque o Zenit pretende manter o defensor até o término da temporada europeia. Mesmo assim, o interesse tricolor permanece vivo, com a intenção de retomar as conversas mais adiante.
Palmeiras define alvo e insiste por volante

Clube russo resiste e janela atual limita avanços
O Zenit deixou claro, em contatos com os clubes interessados, que sua prioridade é contar com Nino até o fim da campanha russa em 2026, o que significaria a liberação apenas para a janela de meio de ano. A informação é de que outras equipes também acompanham a situação, mas nenhuma proposta formal evoluiu até o limite da atual janela brasileira, com prazo para 3 de março.
A possível volta de Nino ao futebol brasileiro chegou a ser ventilada pelo Fluminense no início da temporada, depois de conversas preliminares com o clube e o jogador, que manifestou desejo de retornar ao Brasil em ocasiões anteriores. Porém, até este momento, o entrave financeiro e a resistência do Zenit mantêm a negociação distante de um desfecho concreto.
O zagueiro de 28 anos, capitão na temporada vitoriosa do Flu na Copa Libertadores de 2023 antes de se transferir à Rússia, continua sendo alvo de desejo por parte de torcedores e dirigentes tricolores, mas a possibilidade de repatriá-lo neste ciclo atual de mercado segue remota.