A Sociedade Esportiva Palmeiras definiu uma estratégia diferente após a saída de Allan para o Manchester City.
O atacante deixou o clube em uma negociação de até 40 milhões de euros, cerca de R$ 240 milhões, entre valores fixos e bônus.
Mesmo com a venda de um jogador importante para Abel Ferreira, a diretoria não pretende necessariamente contratar uma reposição imediata.
O clube mantém confiança nas opções disponíveis no elenco e também acompanha oportunidades que possam surgir no mercado.
Entre os nomes avaliados anteriormente estão Helinho, do Toluca, e Luiz Henrique, do Zenit.

Palmeiras mantém cautela no mercado
A saída de Allan provocou discussões internas sobre a necessidade de buscar um substituto.
Abel Ferreira chegou a defender publicamente que o Palmeiras deveria procurar uma solução para o setor.
O treinador afirmou que seria necessário “arranjar recursos” para contratar um jogador capaz de substituir Allan.
A diretoria, porém, adotou uma postura mais cautelosa.
A avaliação é de que o elenco possui alternativas para absorver a perda do atacante.
Felipe Anderson, Jhon Arias, Giay e Khellven são algumas das opções que podem ajudar em funções diferentes.
Helinho aparece entre os nomes avaliados
Helinho, atualmente no Toluca, esteve entre as alternativas consideradas pelo Palmeiras.
O atacante se encaixa no perfil de jogador que pode atuar pelos lados do campo e oferecer características semelhantes às necessárias para o setor.
A possibilidade, entretanto, depende de condições financeiras e esportivas que sejam consideradas favoráveis pelo Palmeiras.
A diretoria não pretende fazer uma contratação apenas para preencher a vaga deixada por Allan.
O entendimento é que qualquer investimento precisa representar uma melhora real no elenco.
Por isso, o clube mantém o mercado sob observação mesmo com a janela próxima do encerramento.
Luiz Henrique é uma opção mais complicada
Outro nome que apareceu no radar foi Luiz Henrique, atualmente no Zenit.
O brasileiro é considerado um jogador de alto nível, mas a operação apresenta dificuldades financeiras.
O Zenit chegou a trabalhar com uma pedida de aproximadamente 35 milhões de euros pelo atacante, valor considerado elevado pelo Palmeiras.
A negociação também ficou relacionada a outras movimentações envolvendo Danilo e o Botafogo.
Diante do custo, Luiz Henrique deixou de ser uma alternativa simples para o Palmeiras.
A diretoria prefere evitar comprometer recursos em uma operação considerada acima dos parâmetros estabelecidos.
Venda de Allan reforça planejamento financeiro
A saída de Allan também precisa ser analisada dentro do planejamento financeiro do Palmeiras.
O clube alcançou aproximadamente R$ 344 milhões em negociações de jogadores em 2026 e chegou a cerca de 86% da meta anual de vendas.
A negociação com o Manchester City representou a maior parte desse crescimento recente.
Dos 40 milhões de euros, 37,5 milhões são fixos e outros 2,5 milhões dependem de bônus.
O dinheiro ajuda a aliviar as contas do clube e também permite maior tranquilidade para negociar futuras contratações.
Por isso, a diretoria não precisa necessariamente gastar imediatamente apenas porque perdeu Allan.
Palmeiras pode terminar janela sem substituto
A principal informação é que o Palmeiras pode encerrar a janela sem contratar um substituto direto para Allan.
O clube avaliou nomes como Helinho e Luiz Henrique, mas não encontrou até agora uma operação que justifique o investimento.
A estratégia é confiar nas opções já disponíveis no elenco e manter atenção para eventuais oportunidades.
A saída de Allan não muda, portanto, a postura financeira adotada pelo Palmeiras.
Abel Ferreira queria uma reposição, mas a diretoria trabalha com a possibilidade de seguir com o grupo atual.
Agora, o desempenho do elenco nas próximas partidas será determinante para mostrar se a decisão foi acertada.