O Sociedade Esportiva Palmeiras promoveu ajustes importantes em seu planejamento para o sistema defensivo e uma das consequências dessa mudança envolve o nome de Nino. Após meses de especulações e monitoramento, o defensor do Zenit São Petersburgo deixou de ser prioridade nos bastidores alviverdes.
O jogador era visto como uma oportunidade interessante para reforçar o setor defensivo, principalmente diante das incertezas que existiam em relação ao futuro de alguns atletas do elenco. No entanto, o cenário mudou significativamente nas últimas semanas.
A chegada de Alexander Barboza fortaleceu o setor e reduziu a necessidade imediata de um novo investimento para a posição. Além disso, a diretoria passou a trabalhar com força na renovação contratual de peças consideradas fundamentais para a equipe.
O clube também entende que manter uma base sólida na defesa é mais vantajoso do que promover uma reformulação ampla neste momento da temporada. Por isso, as atenções se voltaram para a permanência dos atuais titulares.
Com isso, a negociação por Nino perdeu força e deixou de ser prioridade.
Renovação de pilares mudou o cenário
Nos bastidores, o Palmeiras avançou nas tratativas para ampliar os vínculos de Gustavo Gómez e Murilo Cerqueira, dois dos principais nomes do sistema defensivo.
A combinação entre essas renovações e a contratação de Barboza fez a diretoria reavaliar a necessidade de buscar outro zagueiro de alto investimento.

Contrato longo com o Zenit pesa na decisão
Outro fator considerado é a situação contratual de Nino. O defensor possui vínculo com o Zenit até 2028, o que naturalmente eleva os custos de uma eventual negociação.
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Palmeiras se afasta de vez de Nino
A principal informação é que Nino não deve atuar pelo Palmeiras. A chegada de Alexander Barboza e o avanço nas renovações de Gustavo Gómez e Murilo fizeram o clube mudar sua estratégia para a defesa, afastando qualquer possibilidade concreta de negociação com o Zenit neste momento.