Sociedade Esportiva Palmeiras mantém cautela nas tratativas envolvendo Thiago Almada e adota uma estratégia clara: esfriar as negociações neste momento para evitar valorização artificial no mercado. Mesmo com interesse antigo, o clube optou por não avançar nas últimas semanas.
Em janeiro, o Palmeiras chegou a negociar com o Atlético de Madrid, que aceitou um modelo de empréstimo com obrigação de compra após a Copa. No entanto, a decisão final ficou com o jogador e seu staff, que optaram por permanecer na Europa naquele momento.
CEO da WTorre solta frase que repercute: “O dono do estádio é o Palmeiras!”

Estratégia do Palmeiras mira timing ideal
Nos parágrafos anteriores, a matéria apresentou o histórico da negociação e o cenário atual. Agora, o foco está na estratégia adotada pelo clube paulista para tentar viabilizar o negócio.
Após a negativa inicial, o Palmeiras reduziu o ritmo das conversas. A leitura interna é de que negociar agora, com a janela fechada, pode favorecer um leilão envolvendo outros clubes europeus.
Por isso, o clube prefere aguardar até a reabertura da janela, em julho, quando o tempo de negociação será menor e a pressão por uma definição tende a aumentar. Esse cenário pode favorecer uma investida mais rápida e com menos concorrência.
Além disso, existe um fator importante: o próprio contexto do jogador no clube atual. Caso Almada tenha menos espaço ou enfrente um ambiente desfavorável, o Palmeiras entende que isso pode facilitar futuras tratativas.
Outro ponto envolve possíveis trocas e interesses paralelos. O nome de Flaco López já esteve ligado ao clube espanhol em conversas anteriores, o que adiciona complexidade ao negócio.
Antes de qualquer avanço, quatro fatores são considerados essenciais: acordo com o jogador, acerto com o clube espanhol, definição envolvendo Flaco e alinhamento final entre as partes.
Com isso, o Palmeiras opta por paciência e estratégia, evitando movimentos precipitados agora para tentar fechar a contratação de Almada em condições mais favoráveis na próxima janela.