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Palmeiras acerta naming rights com Nubank; veja todos os detalhes do acordo

Contrato envolve WTorre, divisão de receitas e futuro controle do estádio

11/04/2026 - 16:22
Felipe Lemos
Palmeiras acerta naming rights com Nubank; veja todos os detalhes do acordo

A Sociedade Esportiva Palmeiras entra em uma nova fase comercial envolvendo sua arena. A WTorre firmou acordo com o Nubank para os naming rights do estádio até 2044, em contrato estimado em cerca de US$ 10 milhões. A negociação, porém, não envolve diretamente o clube na assinatura.

O acerto foi realizado entre a construtora e o Nubank por meio da Real Arenas, braço responsável pela gestão do estádio. O Palmeiras participa apenas como parte beneficiária de receitas previstas em contrato.

Entenda como funciona o acordo

Nos bastidores, o modelo adotado segue o contrato de superfície vigente. A WTorre mantém os direitos de exploração comercial da arena até 2044, quando se encerra o prazo atual.

Após esse período, o controle total do estádio passa a ser exclusivamente do Palmeiras. Isso inclui a gestão de naming rights, receitas comerciais e decisões estratégicas sobre o local.

Atualmente, o clube tem direito a uma fatia do contrato firmado. A divisão prevê que o Palmeiras receba aproximadamente 15% dos valores envolvidos na negociação com o banco digital.

Antes de qualquer avanço, houve discussões internas sobre o formato do acordo e o impacto para o clube. A diretoria acompanha de perto, mesmo sem participação direta na assinatura.

Um ponto importante é que o contrato não foi firmado diretamente com o Palmeiras, mas sim com a Real Arenas, o que mantém o modelo já existente de exploração comercial.

" Seguimos o contrato vigente e todas as obrigações estabelecidas entre as partes”, afirmou um representante envolvido na negociação.

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Possível parceria futura entra no radar

Além do acordo atual, existe uma possibilidade que começa a ganhar força nos bastidores. A relação entre Palmeiras e Nubank pode evoluir para outras frentes comerciais.

Uma delas envolve o chamado “Palmeiras Pay”. Atualmente, o serviço financeiro do clube é operado pela Pefisa, mas uma mudança de parceiro não é descartada no futuro.

A entrada do Nubank no ecossistema do estádio pode abrir portas para uma parceria mais ampla com o clube, especialmente no segmento financeiro e digital.

Internamente, o tema ainda é tratado com cautela. Não há negociações confirmadas nesse sentido até o momento, mas o cenário é observado como uma oportunidade estratégica.

Com isso, o Palmeiras passa a integrar um novo modelo comercial envolvendo sua arena, enquanto mantém atenção em possíveis desdobramentos com o Nubank no futuro.

Sobre o autor

Felipe Lemos

Jornalista formado na Ulbra, 35 anos, com passagens pelo Torcedorescom, 90 min e com experiência no mercado da bola.

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