Palmeiras recebeu uma sondagem do Atlético de Madrid por Flaco López antes de o clube espanhol avançar por Marcos Leonardo, hoje no Al Hilal. A consulta ocorreu de forma preliminar, sem proposta oficial apresentada à diretoria alviverde.
Internamente, o Verdão tratou o contato como parte do monitoramento constante que clubes europeus fazem sobre atletas do elenco. Ainda assim, a resposta foi direta e alinhada entre diretoria e comissão técnica.
O Palmeiras deixou claro que só abre qualquer tipo de conversa a partir de um valor considerado fora do padrão do mercado brasileiro. A avaliação interna é de que Flaco López ainda tem margem de evolução esportiva e financeira.
Com isso, o clube estabeleceu um preço mínimo para iniciar tratativas. A cifra definida é de 40 milhões de euros, valor considerado inegociável como ponto de partida.
A postura firme acabou esfriando o interesse imediato do Atlético de Madrid. Diante do cenário, o clube espanhol optou por direcionar esforços para outro nome no mercado internacional.

Palmeiras adota estratégia rígida no mercado internacional
A definição de um valor elevado faz parte da política recente do Palmeiras em negociações envolvendo jogadores jovens e com mercado externo. O clube entende que não há necessidade de vender ativos estratégicos sem retorno financeiro expressivo.
Antes de qualquer citação, é importante contextualizar que Flaco López segue sendo observado por clubes da Europa desde a última temporada. Seu perfil físico, idade e adaptação ao futebol brasileiro pesam na avaliação positiva feita no exterior.
Além do aspecto esportivo, o Verdão considera o atacante uma peça importante no planejamento de elenco. A comissão técnica vê Flaco como opção relevante em um calendário longo e desgastante.
Nesse cenário, a diretoria reforçou aos intermediários que por menos de 40 milhões de euros, o Palmeiras sequer se senta à mesa para discutir o negócio.
"Por menos que isso, o clube nem abre conversas", informou a ESPN Brasil.
decisão reforça o posicionamento do Palmeiras como vendedor seletivo no mercado. O clube só aceita negociar quando entende que o valor esportivo e financeiro da operação é plenamente atendido.