Fluminense mantém esperança no retorno de Nino, mas já trata a negociação como extremamente difícil. Internamente, o clima é de cautela nas Laranjeiras diante do avanço do Palmeiras no mercado.
O clube paulista estuda formalizar proposta de 15 milhões de euros ao Zenit pelo defensor. A cifra é considerada muito alta para os padrões atuais do Tricolor. A movimentação gerou apreensão imediata na diretoria carioca.
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A situação revive roteiro recente envolvendo outro nome importante. O Fluminense perdeu Jhon Arias mesmo tendo cláusula de preferência em caso de retorno ao Brasil. O precedente pesa no cenário atual.
Internamente, existe a informação de que Nino teria acordo verbal com o Fluminense. O desejo do jogador seria um trunfo. Porém, o principal obstáculo é convencer o Zenit a liberá-lo.

Vantagem financeira pesa na balança
O diretor-geral Mário Bittencourt aposta na identificação do atleta com o clube. A estratégia é utilizar a vontade do zagueiro como elemento decisivo. Ainda assim, a avaliação é de que competir financeiramente será tarefa complexa.
Nino foi vendido ao Zenit em 2024 por 5 milhões de euros, referentes a 60% dos direitos econômicos. O contrato do defensor com os russos vai até 2028. A eventual oferta palmeirense representa valor três vezes superior ao investimento feito anteriormente.
Em termos de mercado, a vantagem é evidente. Caso queira permanecer na disputa, o Fluminense terá de, no mínimo, igualar os números apresentados. Isso exigiria esforço financeiro significativo.
Nos bastidores, o sentimento é de que o negócio é “quase impossível”. Ainda assim, o clube carioca não desistiu oficialmente e segue apostando no desejo do jogador como última cartada na novela envolvendo Nino.