Flamengo mantém ativa a busca por um atacante de peso. O nome da vez é Darwin Núñez, atualmente no Al-Hilal. A movimentação é tratada como complexa, mas ganhou força nos bastidores.
Aos 26 anos, o uruguaio busca mais minutos em campo na sequência da temporada. Ele não foi inscrito no Campeonato Saudita e vive cenário de pouca utilização. Mesmo assim, segue convocado com frequência por Marcelo Bielsa na seleção uruguaia.
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Internamente, o Flamengo reconhece as dificuldades financeiras da operação. O salário do atacante gira em torno de 16 milhões de euros por ano. Em condições normais, o clube considera inviável assumir integralmente os vencimentos.
O diretor de futebol, José Boto, já havia admitido publicamente a complexidade do negócio. Ainda assim, o departamento trabalha em alternativa para tentar viabilizar a chegada do jogador.

Proposta envolve divisão salarial
A estratégia rubro-negra prevê um empréstimo de uma temporada, até o fim de 2026. O Flamengo aceitaria arcar com aproximadamente 30% dos salários do atacante durante o período.
O Al-Hilal ficaria responsável pelos 70% restantes. Além disso, o clube carioca pagaria uma taxa de empréstimo e incluiria cláusula de opção de compra ao término do contrato.
Existe ainda uma condição importante nas tratativas. Caso surja proposta definitiva de outro clube e o Flamengo não consiga igualar os valores, os sauditas poderão vender o atleta imediatamente.
O jogador vê com bons olhos um retorno ao futebol sul-americano. A presença de compatriotas no elenco pesa na avaliação. Atualmente, o grupo conta com Guillermo Varela, Nicolás de la Cruz e Giorgian de Arrascaeta.
Revelado pelo Peñarol, Darwin passou por Almería, Benfica e Liverpool antes de chegar ao futebol saudita. O movimento é considerado caro e improvável, mas o Flamengo aposta no convencimento para transformar a tentativa em realidade.