Corinthians recusou a proposta do Milan por André e decidiu reabrir as conversas em busca de valores maiores. A decisão partiu do presidente Osmar Stábile, que não assinou a documentação encaminhada e estabeleceu novas condições para qualquer avanço. O clube também não aceita liberar o volante antes do encerramento da temporada.
As partes haviam alinhado um acordo de até 17 milhões de euros por 70% dos direitos econômicos do jogador. O modelo previa 15 milhões fixos e mais 2 milhões em bônus por metas contratuais. Apesar do entendimento inicial, a diretoria alvinegra avalia que o atleta pode render cifras superiores no mercado internacional.
Nos bastidores, o Corinthians entende que o momento esportivo do volante fortalece sua posição na negociação. André é considerado peça importante no elenco e sua saída imediata não é vista como ideal. O clube, portanto, quer manter controle total do processo e aumentar o retorno financeiro.

Corinthians endurece postura e reabre negociações
A mudança de postura surpreendeu o Milan, que tratava o acordo como encaminhado. O clube italiano aguardava apenas a formalização final da presidência. A ausência da assinatura travou o processo e obrigou as partes a revisarem os termos.
Internamente, o Corinthians considera que ainda há margem para reajuste. A diretoria acredita que o mercado europeu pode aquecer a disputa e elevar a proposta. O percentual de 70% dos direitos pertence ao clube, o que amplia sua capacidade de negociação.
Em atualização recente, o portal Meu Timão detalhou o cenário e explicou que o presidente optou por não formalizar o acordo nos moldes atuais. Antes da declaração, a reportagem contextualizou que o valor já estava alinhado entre as diretorias, restando apenas o ato formal.
Segundo os jornalistas Jorge Nicola e Luís Fabiani, a decisão é estratégica e visa ampliar o retorno financeiro.
"O Corinthians repensa a venda e quer rediscutir os termos com o Milan", informaram Jorge Nicola e Luís Fabiani, do Meu Timão.
O impasse agora abre novo capítulo na negociação. O Milan precisa decidir se aumentará a proposta ou aguardará novo posicionamento do clube paulista, enquanto o Corinthians sustenta que não aceitará cifras inferiores às que considera ideais para liberar o volante.