O nome de Breno Bidon entrou definitivamente no radar do futebol europeu. Uma das principais promessas formadas no Parque São Jorge, o meio-campista do Corinthians recebeu, recentemente, três propostas oficiais de clubes do exterior, evidenciando a valorização do atleta no mercado internacional. Apesar do assédio, a diretoria alvinegra não se mostrou satisfeita com os valores apresentados e, neste momento, não demonstra qualquer pressa para avançar em uma negociação.
Entre os clubes interessados, o Arsenal, da Inglaterra, foi um dos que formalizaram proposta pelo jogador. As outras duas ofertas vieram de equipes europeias cujos nomes estão sendo mantidos em sigilo. Internamente, porém, a avaliação é unânime: nenhuma das cifras chegou perto do que o Corinthians entende como justo para liberar um atleta com o potencial, a idade e a projeção de Breno Bidon.

Diante desse cenário, o clube estabeleceu um patamar claro para iniciar qualquer conversa. A diretoria fixou o valor mínimo de 30 milhões de euros — aproximadamente R$ 196,8 milhões — para negociar o meia. A postura reflete não apenas a confiança no crescimento técnico do jogador, mas também a estratégia do Corinthians de evitar vendas consideradas precipitadas ou abaixo do mercado, especialmente quando se trata de um ativo visto como estratégico para o futuro esportivo e financeiro do clube.
