Sport Club Corinthians Paulista definiu internamente um critério claro para negociar o volante André Luiz na próxima janela de transferências. A diretoria entende que o jogador possui grande valorização no mercado europeu.
Por isso, qualquer negociação dependerá de uma proposta considerada histórica para o clube. A decisão foi comunicada ao estafe do atleta nos últimos dias.
Nos bastidores, dirigentes do Corinthians também conversaram diretamente com o jogador. O objetivo foi explicar o planejamento do clube e a estratégia de valorização do atleta no mercado internacional.
A avaliação interna é que o volante possui características que chamam atenção de clubes das principais ligas da Europa. Entre os cenários analisados, existe a convicção de que ele possui perfil para atuar na Premier League.
Mercado europeu observa situação do volante
O interesse de clubes europeus pelo meio-campista já vinha sendo monitorado desde a última temporada. O Milan, da Itália, chegou a avançar em conversas pelo jogador recentemente.
Mesmo assim, a diretoria corintiana decidiu adotar postura firme nas negociações. O entendimento é que o atleta pode atingir valores ainda maiores no mercado internacional.
Internamente, o clube também considera o impacto financeiro de uma eventual venda recorde. O Corinthians entende que um negócio desse porte pode reforçar o caixa e ajudar no planejamento esportivo das próximas temporadas.
“Desde a Supercopa do Brasil, o que se repete é que André é um meio-campista com potencial de Premier League”, afirmou Paulo Vinícius Coelho (PVC), em análise publicada pelo UOL.
Corinthians define estratégia para negociação de goleiro

Corinthians estabelece valor histórico para negociar André Luiz
A decisão tomada pela presidência do Sport Club Corinthians Paulista é clara: André Luiz só deixará o clube caso a negociação se torne a maior venda da história corintiana.
Para que isso aconteça, o Corinthians exige 25 milhões de euros pelos seus 70% dos direitos econômicos do jogador. Esse valor representa aproximadamente R$ 155 milhões.
Dessa forma, qualquer clube interessado precisaria investir cerca de 35 milhões de euros pelos 100% dos direitos do atleta, algo próximo de **R$ 217