Palmeiras admite a possibilidade de contratar um volante apenas na janela do meio do ano, após a negociação por Danilo não avançar. Internamente, o clube entende que o cenário atual do mercado não oferece, neste momento, um nome que gere impacto técnico imediato dentro dos parâmetros definidos pela diretoria e pela comissão técnica.
A tentativa frustrada por Danilo serviu como termômetro para o Verdão ajustar sua estratégia. O jogador era visto como um reforço de alto nível, capaz de elevar o patamar do elenco de forma imediata, mas os valores envolvidos e as circunstâncias do negócio afastaram qualquer avanço concreto.
Leila Pereira entra em cena e é decisiva no acerto de Jhon Arias com o Palmeiras
Com isso, o Palmeiras passou a trabalhar com mais cautela, reforçando a ideia de não forçar investimentos elevados nesta janela, especialmente para uma posição que, apesar de monitorada, não é tratada como prioridade absoluta no momento.
A avaliação interna é de que o elenco segue competitivo e que eventuais lacunas podem ser administradas até a abertura do mercado internacional no meio do ano, período considerado mais favorável para negociações de peso.

Perfil desejado pesa na decisão
Um dos pontos centrais para a decisão é o perfil buscado pelo Palmeiras. A diretoria, em sintonia com Abel Ferreira, entende que só vale investir se for em um volante que chegue para ser titular e gere impacto imediato, nos moldes de contratações recentes consideradas estratégicas.
Caso esse nome não apareça dentro do orçamento e das condições esportivas desejadas, a tendência é aguardar. O clube acredita que o mercado do meio do ano, com maior movimentação europeia, pode oferecer oportunidades mais alinhadas ao projeto esportivo.
Essa postura também evita contratações por oportunidade, algo que o Palmeiras tenta minimizar nos últimos anos, priorizando planejamento e coerência técnica no elenco.
Planejamento mantido e foco na temporada
Mesmo sem a chegada de um novo volante agora, o Palmeiras mantém tranquilidade em relação ao planejamento. A comissão técnica avalia que o grupo atual consegue sustentar o calendário e as competições em disputa, enquanto o departamento de futebol segue monitorando o mercado de forma contínua.
A decisão de esperar não é definitiva, mas reflete o entendimento de que precipitação pode gerar custos esportivos e financeiros no médio prazo. Assim, qualquer mudança de cenário dependerá de oportunidades consideradas fora do padrão normal do mercado.
Segundo informações do ge.globo, o Verdão já trabalha com a janela do meio do ano como o cenário mais provável para uma eventual investida no setor.