O Palmeiras recebeu a confirmação de que Nino não será negociado pelo Zenit nesta janela de transferências. O clube russo bateu o martelo e decidiu manter o zagueiro ao menos até o meio do ano, descartando qualquer possibilidade de liberação imediata, mesmo diante do interesse formal de equipes brasileiras.
A decisão do Zenit está alinhada à política interna adotada para o período. A diretoria optou por não liberar jogadores estrangeiros considerados titulares, entendendo que a manutenção da base é estratégica para a sequência da temporada europeia e compromissos nacionais.
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Fluminense, outro interessado no defensor, surge como o clube melhor posicionado em um eventual cenário futuro. O Tricolor conta com a forte identificação de Nino, construída ao longo de anos no clube, fator que pesa nos bastidores e pode ser determinante caso a negociação seja reaberta mais adiante.
Apesar da dificuldade, o Palmeiras tentou até o limite. A diretoria alviverde chegou a enviar um emissário ao exterior, já ciente da resistência do Zenit, buscando uma negociação direta que pudesse destravar o negócio ainda nesta janela.

Bastidores indicam cenário travado até o meio do ano
Internamente, o Palmeiras tratava a operação como complexa desde o início. A avaliação era de que apenas uma mudança radical de postura do Zenit poderia alterar o desfecho, o que não ocorreu mesmo após conversas presenciais.
O Fluminense, por sua vez, acompanhava os movimentos com cautela. A diretoria tricolor entende que insistir neste momento não seria produtivo, sobretudo diante da decisão clara do clube russo de segurar seus principais ativos estrangeiros.
A tendência agora é de que qualquer avanço por Nino fique condicionado à abertura da próxima janela, quando o Zenit pode reavaliar seu planejamento esportivo e financeiro.
A informação foi divulgada pela ESPN Brasil, em apuração conjunta dos jornalistas André Hernan, Felipe Silva, Felipe Laurentiis e Bruno Andrade, reforçando que não há margem para negociação imediata.