Palmeiras enfrenta um entrave importante nas tratativas com o Internacional pelo atacante Bruno Rodrigues. O impasse está diretamente ligado à divisão do salário do jogador, que gira em torno de R$ 700 mil mensais, valor considerado elevado dentro do contexto da negociação por empréstimo.
A diretoria colorada deseja que o Palmeiras arque com ao menos 40% dos vencimentos do atleta durante o período do acordo. Esse ponto ainda não foi totalmente aceito pelo clube paulista, que analisa com cautela o impacto financeiro da operação dentro do planejamento da temporada.
O cenário é tratado com atenção nos bastidores porque Bruno Rodrigues ainda não conseguiu se firmar após a lesão grave sofrida, o que faz o Palmeiras adotar postura conservadora. A ideia inicial do Verdão era reduzir ao máximo os custos, enquanto o Internacional busca aliviar sua folha salarial sem abrir mão de uma divisão considerada justa.
Internamente, o Palmeiras avalia que o negócio só avançará se houver equilíbrio entre risco esportivo e custo financeiro. O clube entende que o atacante pode ser útil, mas não pretende assumir um percentual elevado dos salários sem garantias de retorno técnico imediato.
Palmeiras analisa Fred, mas impõe condição clara para avançar no mercado

Expectativa por avanço nas conversas
Apesar da divergência, há expectativa positiva por um acerto entre as partes. As conversas seguem em andamento, com ajustes sendo discutidos diariamente. O Internacional demonstra interesse em resolver a situação rapidamente, enquanto o Palmeiras mantém cautela, mas não descarta a possibilidade de acordo.
O entendimento é de que a definição deve ocorrer nos próximos dias, seja com a adequação dos percentuais salariais ou com a reavaliação do formato do negócio. Caso não haja consenso, a tendência é que o Palmeiras recue e volte ao mercado em busca de outras alternativas.
A negociação segue aberta e depende exclusivamente de um alinhamento financeiro para ser concluída.