Flamengo analisou internamente o nome de Marcos Leonardo, atualmente no Al Hilal, como possível reforço para o ataque. O jogador agrada ao diretor de futebol José Boto, que vê no atacante potencial técnico e idade alinhada ao projeto esportivo rubro-negro para as próximas temporadas.
Apesar da avaliação positiva de Boto, a negociação encontra um obstáculo importante dentro do próprio clube. Filipe Luís, técnico do Flamengo, não aprova o perfil do atacante para a função que deseja em seu modelo de jogo, o que reduz significativamente a chance de avanço no negócio neste momento.
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A divergência é tratada com naturalidade nos bastidores. O Flamengo mantém como diretriz alinhar contratações ao estilo de jogo proposto pela comissão técnica, evitando investimentos altos em atletas que não se encaixem plenamente no plano esportivo.
Internamente, a leitura é de que Marcos Leonardo possui qualidades reconhecidas no mercado internacional, mas não reúne exatamente as características buscadas por Filipe Luís para o setor ofensivo, especialmente no que diz respeito à mobilidade e participação coletiva.

Divergência interna define rumos do planejamento
O Flamengo entende que decisões desse porte exigem consenso. Por isso, mesmo com o aval do diretor de futebol, a palavra final passa pela comissão técnica, que segue mapeando outros nomes considerados mais compatíveis com a ideia de jogo atual.
Filipe Luís tem defendido um perfil de atacante com maior capacidade de pressão, movimentação constante e leitura tática apurada. Dentro dessa lógica, Marcos Leonardo acaba perdendo força, mesmo sendo um nome valorizado e com histórico relevante no futebol brasileiro.
A diretoria rubro-negra mantém o planejamento aberto e segue monitorando o mercado internacional, ciente de que oportunidades podem surgir ao longo da janela. O nome de Marcos Leonardo, por ora, permanece apenas em análise preliminar.
A informação foi divulgada pela ESPN Brasil, na coluna “Fala a Fonte”, com apuração do jornalista Bruno Andrade, reforçando que o entrave é estritamente técnico e não financeiro.