Flamengo decidiu dar um passo ousado no mercado internacional e se mostrou disposto a atender a pedida do West Ham para repatriar Lucas Paquetá. A diretoria rubro-negra aceita discutir cifras entre 40 milhões e 45 milhões de euros, valores que colocariam a negociação entre as maiores da história do futebol brasileiro.
A proposta financeira, porém, não significa acordo fechado. O entrave principal está no formato da liberação do jogador. O West Ham deseja manter Paquetá até o fim da Premier League, previsto para o final de maio, enquanto o Flamengo exige a chegada imediata do meia ao Rio de Janeiro.
Internamente, o Flamengo entende que o investimento só faz sentido com impacto esportivo imediato. A avaliação da diretoria e da comissão técnica é de que Paquetá chegaria para assumir protagonismo desde o primeiro momento, influenciando diretamente competições em andamento no calendário sul-americano.

Impasse sobre liberação imediata trava avanço do Flamengo por Lucas Paquetá
O West Ham, por outro lado, adota postura firme. O clube inglês considera Paquetá peça importante para a reta final da temporada e não aceita perdê-lo antes do encerramento da liga. Essa condição passou a ser o principal obstáculo nas conversas iniciais.
Nos bastidores, o Flamengo trata o tema como decisivo. A direção entende que aceitar a liberação apenas em maio reduziria o impacto esportivo da contratação. Por isso, o clube mantém posição rígida e trabalha para convencer os ingleses a reverem o cronograma.
